Recortes do acervo · método antes da conclusão

Estudos

Cada estudo declara primeiro como olhou para os dados e só depois o que encontrou. Nenhum ponto afirma causalidade presidencial sem dizer o que mais estava em jogo.

3 recortes
2011–2016

A recessão de 2015–2016 nos estudos do acervo

Como foi feito: Recorte das séries oficiais já usadas no dossiê principal, isolando o período do mandato.

  • PIB de -3,5% (2015) e -3,3% (2016) formam a retração mais profunda da série iniciada em 1999.
  • O IPCA de 10,67% em 2015 tem componente direto de realinhamento de preços administrados represados entre 2012 e 2014.
  • A carga tributária cai na série homogênea do Tesouro durante Dilma I por causa das desonerações, não de reforma.
  • A inflexão do desemprego começa em 2015, dentro do mandato, e continua depois dele.
2003–2010

O que os estudos dizem sobre a herança de 2010

Como foi feito: Separação entre resultado do ciclo internacional e resultado de política doméstica.

  • O PIB de 7,5% em 2010 coincide com o ciclo de commodities e com estímulo fiscal e creditício em curso.
  • Saldos comerciais recordes do período anterior respondem a preço internacional, não apenas a política comercial.
  • O crédito dirigido dos bancos públicos, herdado ativo, virou passivo fiscal discutido a partir de 2014.
2011–2016

Integridade pública no recorte 2011–2016

Como foi feito: Uso apenas de valores oficialmente quantificados por STF, TCU, CGU/AGU e demonstrações da Petrobras.

  • A baixa contábil de R$ 6,194 bi da Petrobras refere-se a práticas identificadas entre 2004 e 2012.
  • A Lei de Acesso à Informação (2011) e a Lei Anticorrupção (2013) foram sancionadas no mandato.
  • Nenhum valor apurado equivale a um “total desviado”; cada caso tem período e metodologia próprios.